Hihihi, detalhes, depois...
domingo, 10 de novembro de 2013
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Tailândia - Bangkok, Damnoen Saduak Floating Market, Kanchanaburi Tiger Temple, River Kwai Bridge, Ayutthaya.
Valeu a pena?
Sim, claro, valeu muito!
País 100% turístico, paisagens lindas, templos expetaculares.
Mas como nem tudo são flores, certos cuidados devem ser levados, muito, em conta.
Assim como:
Jamais aceite ir à um restaurante indicado e conduzido por um motorista, seja de Tuk Tuk ou Taxi, geralmente a comida é muito cara, ainda mais quando o motorista se dispõe a te esperar para levá-lo para outro lugar.
Vá a lugares conhecidos, negocie a corrida só de ida e na volta pegue outra condução.
Os Tuk Tuks são mais caros que um taxi com taxímetro ligado, mas eles pegam menos trânsito, como são pequenos conseguem passar em qualquer espacinho, rs..., então, se você tiver pressa, vá de Tuk Tuk.
Se for de Taxi, sempre peça para ligar o taxímetro, se o motorista se recusar, saia e procure outro e outro e outro. Os Taxistas geralmente oferecem um preço fechado para alguns lugares, ele te leva, te espera e depois te leva para o próximo lugar. Isso só compensa se a viagem for longa, de um dia inteiro por exemplo, para lugares mais afastados. Se for perto, vá de Tuk Tuk ou de Taxímetro ligado.
Compras, ai, as compras, isso nos quebrou!!! A ilusão de ser tudo barato. Barato, sim, é, mas não em todos os lugares. Quanto mais turistas, mais caro.
No Mercado Flutuante Damnoen Saduak, o mais famoso. Diga não as compras, é tudo muito caro. E tudo que tem lá, tem em todo lugar da Tailândia. Mas o passeio vale muito a pena, nos sentimos em um filme do Rambo, rs..., foi lá que tiramos foto com as Pitons. Pechinchamos o passeio de barco + passeio de elefante, de 4000 baht por 2500 baht.
O passeio de elefante vale muito a pena, onde fomos, os elefantes são super bem tratados, eles são fofinhos demais. O passeio durou meia hora.
Na Khao San Road, por ser uma rua frequentada por mochileiros, os preços são melhores, mas SEMPRE pechinche, sem vergonha, porque eles não tem vergonha, nenhuma, de te extorquir. Jogue o preço lá embaixo e vá negociando. Particularmente, amei a Khao San Road, cheia de estrangeiros, bares, comida, barulho.
Os preços nos grandes shoppings também são bons, nas lojas mais requintadas, geralmente não dá pra pechinchar, mas nos camelôs dentro do shopping, a pechincha corre solta. O Shopping que fomos foi o MBK, enooorrme! Parece um labirinto, um shopping com camelôs dentro, nada muito sofisticado. Um grande mar de turistas. Para quem vai as compras, um paraíso!
O Templo dos Tigres, para quem gosta dos felinos gigantes, uma ótima pedida. Você deve estar de bermuda abaixo do joelho ou calça, e camiseta com mangas (não precisa ser manga longa). A entrada é cobrada, pagamos 600 baht, e para tirar foto com os tigres, pode ser free, onde você vai sozinho, um guia te leva pela mão e outro bate as fotos. Nós pagamos 1000 baht para tirar fotos em grupo e depois sozinhos, onde um do grupo pode tirar foto com a cabeça do tigre no colo. O Diego adorou!
Uma passadinha na ponte do Rio Kwai, belíssima paisagem. Não dá pra acreditar que o trem passa por lá, rs...
Ayutthaya, a antiga capital, ruínas, templos. Só tivemos tempo de ver as ruínas, belíssima paisagem.
A entrada para a ruína mais famosa, onde tem a cabeça de um Buda nas raízes de uma árvore, nos custou 500 baht.
O Grande Palácio onde fica o Buda de Esmeralda, e o Buda Deitado, templos lindos de morrer! Para os adoradores da fotografia, um colírio! Tudo muito limpo, muito brilhante e colorido! Amamos.
A entrada dos dois foi em torno de 500 baht, cada um. Os trajes para entrar são os mais rigorosos, as mulheres devem estar de calça (não podem ser justas) ou saias longas (eu levei uma canga e amarrei por cima do short mesmo), e são proibidas as regatas e roupas transparentes. Para os homens, calça e camiseta. Pode calçar chinelo.
Para o passeio do Mercado Flutuante, Passeio de Elefante, Templo dos Tigres e Rio Kwai, alugamos um carro com motorista por 2200 baht para 3 pessoas (achei caro, então pechinchem um preço melhor). Rodamos 600 km, e foi um dia inteiro.
Para Ayuttaya e Grande Palácio, foi o mesmo motorista, por 1500 baht, rodamos uns 250 km, um dia inteiro também.
Para o Buda Deitado e Shopping, fomos por conta, pois era perto.
Ah, muito importante, leve sempre papel higiênico na bolsa, a maioria dos banheiros públicos não tem papel. Eles usam água para se limpar, um dia eu explico os detalhes de como se limpam, rs...
Tome somente água mineral lacrada, abuse da água de coco, baratinha, a do coco menor peladinho e redondinho é mais gostosa e um pouco mais cara.
O trânsito em Bangkok é bem caótico, mas nos divertimos muito, principalmente andando de Tuk Tuk, rs...
Contudo, quero voltar para conhecer mais, principalmente as praias, que sonho!
Adoramos nossa viagem, país inesquecível, com gostinho de quero mais.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Do smartphone
Agora, no smartphone, será que conseguirei escrever de vez em quando, ao invés de; de vez em nunca?
(*^_^*)
(*^_^*)
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Atualizando...
Mudo de serviço como de calcinha?
Não tanto assim.
É porque aqui não criamos vínculos com o trabalho, por ser operário, terceirizado, estrangeiro vindo de um país mais "pobre".
Agora, trabalho em uma fábrica que produz peças para placas de captação de energia solar. Penso que estou contribuindo um pouquinho com o meio ambiente e formas mais limpas de geração de energia elétrica. Mas na fabriquinha onde eu trabalho não temos placas solares para gerar a energia elétrica utilizada para a fabricação das peças que vão na mesma.
Meu horário é noturno, das 6 da tarde as 6 da manhã.
Contudo, ultimamente não estamos trabalhando todos os dias, pois a produção caiu.
Ouvi dizer que no inverno os japoneses não compram placas solares, prefiro acreditar que não seja por isso e sim pela queda econômica anual, pois é fechamento do ano fiscal. Mas eu também acho que é porque o japonês pensa que no inverno não compensa investir, pois faz pouco sol. Assim como no verão a produção das fábricas de chocolate também caem, pois no calor se consome menos chocolate.
Enfim, estou folgando bastante, dormindo bastante e fazendo pouca coisa, e também sem tempo e sem ânimo pra nada.
Não tanto assim.
É porque aqui não criamos vínculos com o trabalho, por ser operário, terceirizado, estrangeiro vindo de um país mais "pobre".
Agora, trabalho em uma fábrica que produz peças para placas de captação de energia solar. Penso que estou contribuindo um pouquinho com o meio ambiente e formas mais limpas de geração de energia elétrica. Mas na fabriquinha onde eu trabalho não temos placas solares para gerar a energia elétrica utilizada para a fabricação das peças que vão na mesma.
Meu horário é noturno, das 6 da tarde as 6 da manhã.
Contudo, ultimamente não estamos trabalhando todos os dias, pois a produção caiu.
Ouvi dizer que no inverno os japoneses não compram placas solares, prefiro acreditar que não seja por isso e sim pela queda econômica anual, pois é fechamento do ano fiscal. Mas eu também acho que é porque o japonês pensa que no inverno não compensa investir, pois faz pouco sol. Assim como no verão a produção das fábricas de chocolate também caem, pois no calor se consome menos chocolate.
Enfim, estou folgando bastante, dormindo bastante e fazendo pouca coisa, e também sem tempo e sem ânimo pra nada.
Vivendo e me emocionando!


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Abraços dos Jovens à vista!
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